Monthly Archives: Novembro 2017

Como Fazer uma Guirlanda de Suculentas

Ahá! Esse ano o tal do espírito natalino chegou mais cedo por aqui! Já ando pesquisando referências pra dar uma mudada na decoração da casa e decidi começar por uma guirlanda de suculentas!!! Quem não gosta delas, né?

O bacana é que uma guirlanda assim pode ser feita pro Natal, mas também vale pro ano inteiro! E ela dura uns bons meses depois de feita!

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Então simbora! Vamos dar início à temporada do “come tudo que o Papai Noel tá vendo!” Natal!

Você vai precisar de:
– Guirlanda de cipó
– Musgo seco
– Suculentas variadas
– Cola quente
– Arame encapado (ou linha verde)
– Grampinhos de cabelo (ou de floricultura)
Comece distribuindo o musgo sobre a guirlanda. Eu prefiro que ele cubra apenas uma parte dela. Cole o musgo no cipó usando cola quente em alguns pontos.
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Faça um reforço na fixação do musgo usando um arame fininho ou mesmo uma linha verde. Depois, posicione as suculentas, imaginando uma distribuição equilibrada e comece a fixá-las. Para isso, use os grampinhos de cabelo. É só alargar o bichinho e ir encaixando e fixando no musgo ou no cipó. Use as folhas da suculenta como ponto de fixação.
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Tá vendo o grampo escondidinho ali embaixo? Não muito, né? Essa é a ideia mesmo.. rs.
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Vá fixando uma por uma das suculentas.
Uma dica: se você puder manter a raiz, vai ser bom pra ela, mas se não der (porque pode ser difícil de encaixar no musgo) pode cortar no caule, viu!? Ela vai formar novas raizes depois.
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Para manter e dar vida longa à sua guirlanda, borrife água a cada 7-10 dias na base das suas suculentas e deixe ela em um lugar com bastante luminosidade!
Pronto, gente!
Que tal fazer um de presente praquela amiga que adora suculentas!? 😉
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Sobre Guardar Memórias… e o nosso Acampamento em Aparados da Serra!

Já falei muitas vezes aqui do quanto eu gosto de passear pelas memórias registradas em fotografia e filme. Provavelmente por uma experiência pessoal de ter muitos registros da minha própria infância e juventude. É muito gostoso revisitar momentos que não lembraríamos de outra forma. Na verdade lembraríamos. Só que não lembraríamos! Rs. Deixa eu me explicar…

Nas minhas mirabolâncias, há uma diferença importante entre a memória afetiva e a memória “fotográfica”. A memória afetiva vai marcando pelas experiências vividas e processadas de uma maneira nada racional. Elas são fundamentais para determinar como nos relacionamos com o mundo. Mas na maioria das vezes não conseguimos lembrar com clareza de como essas experiências foram vividas; do porque e quais delas nos marcaram mais profundamente. E a fotografia e o filme (especialmente esse último) são justamente um caminho incrível de encontro entre o consciente e o inconsciente! Alguns dos registros cuidadosamente feitos pelos meus pais me trazem sensações tão incríveis de reconhecimento e pertencimento que nem consigo explicar. Só vivo!…

Bom, é por isso que eu gosto tanto e faço questão de registrar o que eu consigo de momentos em família que eu sei que vão marcar o coração dos meus filhos. Podem ser passeios incríveis, mas também podem ser as tardes tão normais de brincadeiras no quintal… Para depois podermos ser expectadores da nossa própria vida!

No feriado do início do mês, fizemos uma viagem super legal com os meninos e amigos. Fomos acampar na região de Aparados da Serra!

aparados-da-serra

E esse post é pra compartilhar um pouquinho de como foi lá e de como tentei registrar um cadinho das boas sensações que tivemos!… Claro, o vídeo pra consumo interno tem meia hora de duração. hehehe… mas eu poupei vocês! Esse aqui tem 8 minutinhos. 😉

Então coloca o vídeo pra rodar! Bora?

Eu sei que muita gente não conhece a região de Aparados da Serra. Tenho uma dica pra dar: CONHEÇAM! Rs. Fui várias vezes na minha infância com a família e na adolescência com os amigos, mas já fazia muitos anos que eu não visitava o lugar. Ah, como foi bom…

Algumas informações básicas: o Parque Nacional de Aparados da Serra fica na fronteira entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul, na Serra Geral.

Só pra se ter uma ideia, essa é a formação rochosa característica do lugar. A parte de cima, alta e com vegetação característica de araucárias e pinheiros; e a parte de baixo, com uma vegetação de Mata Atlântica. As cidades mais próximas para ficar são Cambará do Sul (na parte de cima) e Praia Grande (na parte de baixo).

serra-geral

Ficando em qualquer uma das cidades, você vai ter que percorrer uma estrada de chão (18Km de Cambará e 23Km de Praia Grande) para chegar até o Cânion do Itaimbezinho. A diferença é que de Praia Grande, você terá que subir por uma estrada de pedriscos que não é tão boa assim, mas que também não é nada proibitivo. Aliás, a estrada está exatamente igual a quando eu fui com meus pais pela primeira vez, quase 30 anos atrás! Afe, Maria…

Há opções muito boas de hospedagem pela região! Como queríamos acampar, optamos por ficar em Praia Grande, no Camping Cachoeira dos Borges e ficamos muito, muito satisfeitos com o camping! Organizado, banheiro ótimo, boas áreas para acampar (algumas com mesas de madeira), áreas para lavar louça e roupas… enfim, isso tudo é ótimo, mas nem é o mais legal. O incrível é que dentro do próprio camping tem a cachoeira mais linda que eu já visitei e que dá nome ao próprio camping – a Cachoeira dos Borges! A trilha é bem curta até ela. Talvez uns 15 minutos de caminhada…

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Com 50m de altura, a beleza dessa cachoeira é indescritível! Uma vegetação muito virgem mesmo. Me senti em um filme do indiana Jones, com aquelas matas intocadas! hahaha… As fotos nem fazem jus à cachoeira. Tem que ver com os próprios olhos. É muito, muito linda!

cachoeira-dos-borges

Por conta dela, o caminho ainda reserva algumas piscinas naturais de águas cristalinas, perfeitas para um banho revigorante!

camping-cachoeira-dos-borges

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A piscina natural mais próxima da área de camping é essa aqui, que ficava a poucos metros das nossas barracas e embalou as nossas noites frescas com vinho e boa conversa com o seu barulho.

camping-cachoeira-dos-borges

No vídeo, vocês vão conseguir ver um pouco melhor da beleza desse lugar!

camping-cachoeira-dos-borges

camping-cachoeira-dos-borges

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Como tivemos um dia de chuva, conseguimos visitar apenas um dos Cânions, que é o Itaimbezinho. O Malacara estava fechado para visitação. A informação era de que até o final do ano, eles reabririam, com uma trilha por cima do Cânion.

canion-itaimbezinho

cachoeira-das-andorinhas

canion-itaimbezinho

Agora vejam só que não e nada mole fotografar essa gurizada, sabe?… Dai-me paciência, Senhor!!! Quem consegue uma foto natural com esses modelos aí? Rsss

canion-itaimbezinho

Bom, sobre o Itaimbezinho, minhas sensações foram um tiquinho contraditórias, eu confesso. O lugar é lindo, lindo, lindo! Natureza exubertante! Vontade de conhecer todos os cantinhos de lá! Mas vou confessar que me deu dó de ver que o Parque, que tem um potencial incrível, está tão sem manutenção. A sede do lugar está exatamente como eu me lembro dela, 30 anos atrás. Dá a impressão de que nem pintura nas esquadrias ela recebeu desde então. Muitas madeiras apodrecendo… Tem uma área linda com mesas embaixo das árvores, só que sem bancos, porque eram de madeira e apodreceram! Está tudo tão abandonadinho… Corta o coração. Fico imaginando ali um lugar para mais pessoas irem visitar, áreas boas e bem planejadas para piqueniques, uma recepção convidativa para um café. E aí, quem sabe, até abrindo uma brecha para entrada de dinheiro para uma boa manutenção das trilhas, que têm áreas super expostas na beira dos Cânions, com telas de proteção já detonadas e expostas… bem perigosas até. Enfim, acho que falta um olhar cuidadoso praquele paraíso ali!

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De qualquer modo, espero que esse post dê uma coceirinha em alguns de vocês para incluirem esse destino nos planos de viagens! Quem aí ficou curioso para conhecer?

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