A Glicínia e os seus (e os nossos) ciclos

Glicínia

Minha avó virou poetisa lá pelos seus 70 anos. Ela escreveu (e declamou) sobre sofrimentos, sobre alegrias, sobre vida que nasce e renasce, sobre esperança de um mundo melhor…  Poesia simples e verdadeira. Ela adotou o pseudônimo de Glicínia para suas publicações nas coletâneas de poetas da terceira idade.

Alguns anos atrás, meu pai trouxe uma Glicínia pra casa e a plantou no jardim. Essa planta, assim como a minha querida vó, também tem seus ciclos. Passa meses magrinha, sequinha, recolhendo sua energia nas raízes… E de repente volta a florir assim, cheirosa e exuberante, distribuindo energia pra quem a vê.

Talvez chamar minha vó de exuberante não seja muito justo…Ela era uma senhorinha simpática, brincalhona, gentil e vaidosa. Exuberante não. Mas sempre tinha um batonzinho na boca, Leite de Rosas no cangote (afe, Maria, daqueles que grudavam o cheiro no nosso nariz… Rs) e a chave de casa guardada no sutiã!

Vó, morro de saudades do teu doce de abóbora! E, sim, eu também tenho esperança de um mundo melhor!…

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ocapop

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